quinta-feira, novembro 17, 2005

Lua

Luminária Mãe
Oblata de prata dourada.
Astro que cresce, que minga, que desaparece.
Luz de reflexo ancestral
Da rainha princesa das marés.
Ao longe um uivo ecoa
E contempla a musa dos amantes.
O ciclo passivo que voa
Na nova e cheia como dantes
A misteriosa mulher que És.

Jorge Moreira – Novembro 2005

4 comentários:

Maria do Céu Costa disse...

Bonito tributo à lua.

Bitta disse...

O título chamou-me a atenção...
Que Bonito!

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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