segunda-feira, janeiro 30, 2006

The Unity of Life - What is Life?

Clique no título e veja em português

“The world? No more
than moonlight drops
fallen from the beak of the swan”.

Dogen


First analysis

This question does not allow a simple answer for the very reason that Life cannot be measured by a one only criteria. Nevertheless the word “life” is usually used to define a number of properties and natural processes, common to every living being, such as : being built out of cells, having highly organized and complex structures, having the ability of developing a huge series of tasks, receiving and transforming energy from the environment, getting rid of residual products, performing a large variety of chemical reactions, possessing entropic and homeostatic qualities towards different environmental variables, reacting to stimuli, being born, growing and developing themselves, adapting, and dying.
Though this formulation may seem rather complex, nonetheless it only refers to a very narrow and superficial concept of Life, on the physical level, ignoring the existence of other inner forces, existing in other states of Reality.


Second analysis

Occult science tells us that Consciousness and Matter are the two opposite poles of the One Reality, Purusha and Prakriti, he subjective and objective truths of the Universe. Life and Manifestation as we know them today are but the interception point of these two poles.
As long as Atma is connected to a physical vehicle, one may say that the latter is alive. But when Atma sheds its material body, contact is broken, the intersection cesses to exist and the physical body becomes merely a piece of matter, made of atoms and molecules that follows the laws of lifeless mater, therefore tending to disintegration.
This procedure also takes place regarding all other temporal vehicles, such as the astral and mental, because as soon as Jivatma ceases to act upon them, they too either disintegrate or die.


Third analysis

In the higher spiritual worlds where Individuality lingers, where vehicles have an atomic structure, Life as we know it, does not exist. There isn’t an organized vehicle as the one we are familiar with. One cannot say that the result of the interaction between consciousness and matter does indeed affect the vehicles, because as we know, the higher vehicles are not subjected to the wheel of rebirth. Therefore the characteristics that we usually attribute to Life are confined to the three plans where the perishable personality works and the bodies are subjected to the cycles of birth, development, aging and death.


Fourth analysis

In Blavatsky´s “The Secret Doctrine” one can read: “Everything is life and each atom, even from mineral dust, is a Life, although beyond the scope of our perception and understanding. Life can be found everywhere in the Universe and so too in the atom.”
The Occult Doctrine states that each and every Force originates in the Vital Principle, Life being one of the aspects of the One Universal Life. Therefore, Life is the materialised expression, on the temporal vehicles, of the Absolute Itself.
Bhagavad Gita goes on telling us that “God is one with all that is, though names and forms may vary…”. God, as Atma, lives in every man. Curiously, in Indian culture, there is a very special kind of salutation, with one’s hands in prayer position, placed next to one’s heart, followed by the word “Namaste”. This salutation means “The Divine which dwells in me salutes the Divine which dwells in you”.


Conclusion

Nowadays the concept of life has been evolving. Stephen Hawking defines it as: “an organized system which can resist disorder”, therefore going beyond the concept of Life as something merely organic. In the present times, one already hears about life in minerals, the Gaia hypothesis considering Earth as a living organism, the mysteries of the sun that creates and protects life, the Antropic Principle, the possibility of higher dimensions, the dark matter that evolves and leads the universe…
Nevertheless one has to go back to the Eternal Wisdom to further understand the manifestation of the Universe and Life. It tells us there is but one Ultimate Reality and that all and every aspect of the Universe, consciousness, matter, energy or life, ultimately emanates from that Reality. Another point to consider is that we won’t be able to have a correct vision of things unless we know not only that each part belongs to the whole but also where and how each part fits. And in this sense we may recall the statement at the Temple of Delphi “Man know thyself and thou shall know the universe and the gods”.
We may, as it were, compare the human being to a set of Organized Living Vehicles, under the influence of a Monad, she itself an inseparable particle expressing the life of the Absolute.
The Unity of Life may be found in every dimension, in the characteristics of an atom, in the properties of a molecule, in the task of a cell, in the function of an organ, in the organization of a vehicle, in the evolution of a Monad, in the fertility of a family, in the perfectioning of a species, in the role of an ecosystem, in the wonderful interaction of all the realms of nature, in the activity of a galaxy, in the purpose of the Universe, in the sacred word Aum and in the love of the Absolute.
The idea of the Unity of life, expanding from a common origin, can already be seen in many religions such as the Buddhism, the Hinduism and the Taoism; in the esoteric schools of Christianism, Judaism and Islam; in the schools of Mysteries; in Theosophy; in the New Age movements; in Einstein’s and quantics physics. It may show under many names: God, Allah, Brahma, Tao, the Absolute, the Big Bang, the Logos…

The perception of this Ultimate Reality can only be achieved if we manage to go beyond the illusions of the lower Personality, source of separativity and attachment.
One must search for a mystical and transcendental experience of union, for a complete oblivion of oneself, for a full fusion with the Divine, for a deep sense of service, for Compassion for all living beings, for a sense of fully lived ethics.

“ When you rise in the oriental horizon
And you fill the land with your beauty
Far as you may be, thy rays lie on us.”

Akenáton
Hymn to the Sumn ( circa 1370b.C.)


Jorge Moreira
(May 2005)



Bibliography:

“O Bico da Garça” de Dogen (1200-1253), retirado do livro:“Vigília em Impermanência - Poemas Zen do Japão”, de Lucien Stryk e Takashi Ikemoto,

“ Glimpses into the Psychology of Yoga” de I. K. Taimni,

“Bhagavad – Gîtâ”,

“A Unidade da Vida” de Luiz Cláudio Dias,

“A Vida no Universo” de Stephen W. Hawking,

“Biliões & Biliões” de Carl Sagan,

“A Doutrina Secreta” de H. P. Blavatsky,

“Glossário Teosófico” de H. P. Blavatsky,

“Gaia – O Maravilhoso Planeta Vivo” de Jorge Moreira.

13 comentários:

maat disse...

"A percepção desta Realidade Última só pode ser encontrada, se conseguirmos transpor o maior obstáculo que é a personalidade, foco de toda a ilusão, da separatividade e do apego, através de uma experiência transcendente mística de União e entrega para com o Divino, do esquecimento completo do eu, de um sentido de Serviço profundo, de uma Compaixão para com os outros seres, de uma busca constante pela Sabedoria, e por fim, de um sentido de Ética vivido plenamente."...

Talvez não concorde com "o esquecimento do eu", mas antes com a ideia da AUTO-ENTREGA ao OUTRO...e tudo o mais acontecerá ... e depois da Iluminação , suponho, deverá ,noutra "Natureza", acontecer a TRANSFIGURAÇÃO...

TBF,

***maat

joao firmino disse...

Tive de ler a tradução, porque o meu inglês é um perfeito desastre. Mais uma vez vou voltar a dizer o que já disse em outro comentário: tenho cada vez mais um respeito e uma admiração por ti e pelo teu trabalho. E este texto é de objectividade e síntese sem paralelo.
Mas, amigo Jorge, sabes como eu sou e não resisto a fazer duas perguntas ingénuas e inócuas:
Aquilo que síntetisamos com o cérebro, podemos viver com o sentir?
Quando nos "fundimos" numa pessoa que amamos e "perdemos" o nosso eu na pessoa amada, essa fusão é evolução ou ilusão?
Pronto, eu não consigo ficar quieto sem fazer perguntas...
Um grande abraço e continua a criar.
João

Jorge Moreira disse...

Olá Maat!
O eu que aqui me refiro, não é o Eu da nossa Centelha, mas sim, o eu da personalidade temporal inferior. O Eu superior é imortal e deverá estar sempre presente como objectivo a alcançar ou a ser-se uma espécie de Canal desse mesmo Eu. O eu inferior é parecivel e deverá ser visto como tal... uma espécie de ilusão em que estamos mergulhados.
Muito há mais para dizer. Mas acho, que por outras palavras, estamos em sintonia.

Jorge Moreira disse...

Olá João Firmino.
Obrigado pelas carinhosas palavras.
As tuas perguntas são muito complexas e dariam "pano para mangas". Vou tentar sintetizar o meu entendimento sobre essas questões.


“Aquilo que sintetizados com o cérebro, podemos viver com o sentir?”

A meditação ajuda-nos a transpor o mental concreto, a razão e iluminar esse mesmo mental.
Com a utilização da razão, não conseguiremos ir muito mais além, do que simples ou complexas combinações cartesianas. Mas quando transpormos o muro que separa a razão, aí conseguiremos "ver" ou "sentir" uma Realidade maior que é arracional. Não irracional. O Budismo Zen utiliza muitos aforismos para chegar a esse entendimento. Mas aqui temos outro problema. Como separar a ilusão da Intuição? Como transmitir uma experiência ou vivência íntima, pessoal e arracional a outra pessoa?
Por isso é que a verdade só pode ser encontrada dentro de nós próprios.
O filme "O Contacto" aborda um pouco essa temática.


"Quando nos "fundimos" numa pessoa que amamos e "perdemos" o nosso eu na pessoa amada, essa fusão é evolução ou ilusão?"

Para mim o conceito de amar tem muitos níveis. Um Grande Mestre como Buda ou Cristo sente um enorme Amor por toda a Humanidade e restantes seres.
O Amor começa por se amar o outro, vai-se alargando, passando pela família, Amigos, até atingir um Amor incomensurável por todos os outros seres. É a expressão do Amor Absoluto.
Muitas vezes confunde-se Amor com a Paixão. Este sentimento está centrado muitas vezes em aspectos do eu, da posse, do medo da perda, etc. É algo perecível, não perene como o Amor incondicional.
Mesmo assim, esse amor pode ser evolução, porque aprendemos a amar, a partilhar, a confraternizar, a dividir, a cooperar, a esgotar o nosso karma, ou criar um melhor, etc.
Pode ser uma ilusão, quando se torna em sofrimento sem retorno.


Espero que te tenha ajudado com as minhas ideias. Isto é uma visão muito pessoal. Não é a verdade. Essa, só a podes encontrar dentro de ti.
Grande Abraço,

Isabel José António disse...

Jorge,

O teu comentário valia um post só para ele!

Excelente...

É por isso que é tão bom podermos partilhar todos as nossas descobertas, dores, alegrias e caminhada de mãos dadas para o Infinito!

Isabel

Mem Gimel disse...

Bom dia.

Interessante o seu texto.

Deixo um reparo. Se escreve para o leitor em geral, introduzindo o mesmo a determinados principios cosmicos é útil explicar certas palavras e certas frases. Embora pequenas podem levar o leitor a perder grande parte da informação. por exemplo "Atma" "Veículoss átómicos", principo vital", Bagavad-Gita", Atman.

Para finalizar, deixo-lhe uma pergunta. Porquê a vida?

Um abraço Fraterno.

Desambientado disse...

Não sei como chamar a este post. Ensaio?
Contributo para a teoria da Unificação da vida?
Sistemas de nega-entropia (de facto fisicamente assim é, mas é demasiado mecanicista)?

Gostei imenso.

Anónimo disse...

A consciência da Unidade da Vida será sem dúvida um dos princípios e ponto de partida para percorrermos o Caminho
Um abraço Teresa Furtado

Jorge Moreira disse...

Olá Mem Gimel,

As palavras que coloco nos textos, são de certa forma, para levar o leitor comum a fazer uma investigação mais profunda sobre o seu significado, se assim o estiver interessado. O "outro" leitor, certamente que sabe o que significa.

"Porquê a Vida?"
O Propósito da Vida é algo certamente inefável. Alguns autores e Místicos falam no entanto, da "necessidade" que o Absoluto tem de se Manifestar... Um Acto de Amor Incomensurável.
Outros ainda dizem que a própria Vida é o Absoluto…
Pode ser um pouco de tudo. Mas estamos num nível de “Conhecimento” que ultrapassa a Consciência Humana, centrada no veículo e Plano físico.
Tem alguma solução para este enigma?

Grande Abraço Fraterno e obrigado pela visita e respectivo comentário.

Maria Costa disse...

Por ora, apenas direi apenas que foi muito interessante para mim ler este post, muito interessante.
Beijinhos.

Pink disse...

Fantástico o post e as tuas respostas muito esclarecedoras!

Deixei de vir aqui um tempinho e perdi tanta coisa ... Isto por aqui não pára! :-))

Um beijo

Anónimo disse...

Excellent, love it! 105 bontril 30 pill Scott brawner el cajon ca Hidden camera milfs barbie vacuum cleaner Fax machines canadian outlets discount home decor catalog free spam filters

Anónimo disse...

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